Volevo dirti quello che
non sono riuscita a dire mai
ed ho tenuto chiuso in me
da troppo tempo ormai
ma c'è un amore che non so
più nascondere perché
adesso ha bisogno anche di te
Volevo dirti solo che
sei sempre tu la mia allegria
che quando parli insieme a lei
diventa folle gelosia
per tutto quello che mi dai
anche quando non lo sai
questo io volevo dire a te
Di come quando non ci sei
io mi perdo sempre un po'
e poi mi accorgo che non so
più divertirmi senza te
invece quando stai con me
anche il grigio intorno a noi
si colora della vita che gli dai
Com'è difficile
dire tutto questo a te
che d'amore non parli mai
non ne parli mai con me
Forse perché
hai paura come me
di una risposta che
ancora tu non sai qual è
Volevo dirti quello che
non sono riuscita a dire mai
ed ho tenuto chiuso in me
da troppo tempo ormai
ma c'è un amore che non so
più nascondere perché
adesso ha bisogno anche di te
[Cheope e Marco Marati]
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Portal dos sonhos
A dor de cabeça passou por alguns instantes, e então ele decidiu que era hora de acordar. As pernas ainda estavam trêmulas, mas caminhou até o jardim, onde havia a tal porta ancestral. A porta que o levará até ela. Como de costume, resolveu deixar uma rosa branca no rodapé.
Ao entrar pela porta, sentiu o calor imenso que queimava sua carne. Conseguiu até mesmo sentir o cheiro sulfuroso que formava uma névoa densa diante dos seus olhos. Quando julgou que estava morto, sentiu então o frescor de uma brisa leve que soprava segredos em seus ouvidos, ao passo que espalhava seus cabelos. Uma horrível e repentina dor de cabeça o afetava.
E então ela surgiu, com uma aparência degradada pelos avançados anos de idade, e sentou-se à sua frente. Ela então ordenou, com sua voz gutural:
- Revele seu desejo!
Tomado por receio e terror, ele simplesmente respondeu:
- Desejo acordar!
Ela então retrucou:
- Mas acordado você me buscava, desejando realizar seus sonhos. Você veio até mim. Você me buscou e me encontrou!
Ele, ainda receoso, reforçou seu desejo:
- Há muito vivo em sonhos... Quero apenas acordar!
Com um leve sorriso de sarcasmo em seus lábios, ela então acenou positivamente com a cabeça.
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A dor de cabeça passou por alguns instantes, e então ele decidiu que era hora de acordar. As pernas ainda estavam trêmulas, mas caminhou até o jardim, onde havia a tal porta ancestral. A porta que o levará até ela. Como de costume, resolveu deixar uma rosa branca no rodapé.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Shattered
Damn nerve reflections
See they torn my brain
Ordinary toxic gas explosions
My sore skin itches!
With my sewn eyes
Dropping bloody tears
I do witness this
Locked in insanity
With my own eyes
I do witness this
Dropping purulent tears
Locked in insanity
Piece of rotten meat
Slaughtered long ago
Hate these hungry vermin
My sore skin itches!
With my sewn eyes
Dropping bloody tears
I do witness this
Locked in insanity
With my own eyes
I do witness this
Dropping purulent tears
Locked in insanity
Real man turned
Into feed to flies!
Real man turned
Into feed to flies!
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
I Against I
I-ya
I against I
Flesh of my flesh
And mind of my mind
Two of a kind but one won't survive
My images reflect in the enemies eye
And his images reflect in mine the same time
I-ya, I-ya
I against I
Flesh of my flesh
And mind of my mind
Two of a kind but one won't survive
Right here is where the end gon' start at
Conflict, contact 'n' combat
Fighters stand where the land is marked at
Settle the dispute about who the livest
3 word answer
Whoever survive this
Only one of us can ride forever
So you and I cant ride together
Can't live or cant die together
All we can do is collide together
So I skillfully apply the pressure
Won't stop until I'm forever... one!
A door step where death never come
Spread across time til my time never done
And I'm never done
Walk tall, why ever run?
When they move if I ever come?
Bad man never fret the war, tell'em come
General we have the stock, the mad fire burn
I-ya
I against I
Flesh of my flesh
And mind of my mind
Two of a kind but one won't survive
My images reflect in the enemies eye
And his images reflect in mine the same time
I-ya, I-ya
I against I
Flesh of my flesh
And mind of my mind
Two of a kind but one won't survive
Survive [x16]
Reign supreme in your U-N-I
V-E-R-S-E with the sharpness
Narrow row building no space for partners
No space for drivers, no space for walkers
No space regardless
YOU'RE on my path then get off it
Hardheaded and unresponsive
Get they lives put on target with harshness
Come with the CANNONS sparkin' they darken
Who am i? one man squadron
MOS stir the fire this time that'd snatch your tomorrow
The thousand yard STARE that'll pierce through your armor
You can get it on right now if you want to
But when ya FRONTLINES get marched through
I warned you
You know who forever belong to
[Mos Def]
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Ritratto di famiglia
O que deve ser feito
Será feito
Doa a quem doer
Não há limites
Sobre as ações que tomo
Quando estas são tomadas
Em nome de minha família
E mesmo entre os meus
Como num cesto de frutas
Haverá algumas podres
E estas serão descartadas
Tudo o que eu digo
Observe e aprenda
Talvez um dia esteja em meu lugar
O que você desejar
De fato terá
Enquanto estiver ao meu alcance
Seus inimigos
Serão meus inimigos
E para sua sorte
Conheço bem a todos eles
Sua felicidade
Será a minha
E abençoarei
Suas escolhas e caminhos
E um dia, quem sabe
Talvez nunca aconteça
Me fará algum pequeno favor
O que deve ser feito
Será feito
Doa a quem doer
Será feito
Doa a quem doer
Não há limites
Sobre as ações que tomo
Quando estas são tomadas
Em nome de minha família
E mesmo entre os meus
Como num cesto de frutas
Haverá algumas podres
E estas serão descartadas
Tudo o que eu digo
Observe e aprenda
Talvez um dia esteja em meu lugar
O que você desejar
De fato terá
Enquanto estiver ao meu alcance
Seus inimigos
Serão meus inimigos
E para sua sorte
Conheço bem a todos eles
Sua felicidade
Será a minha
E abençoarei
Suas escolhas e caminhos
E um dia, quem sabe
Talvez nunca aconteça
Me fará algum pequeno favor
O que deve ser feito
Será feito
Doa a quem doer
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Alvorada
Sete talhos sobre a lâmina
Sete selos nos escudos
Que a glória dos sete senhores
Se espalhe aos quatro cantos
E os olhos da torre cinza
Que nunca dormem e nem se cobrem
Vislumbrarão com orgulho
Os belos palácios dos homens
Aqueles que cedo despertaram
E o sono eterno dormem
A sombra crescente que ameaça
Com sua violência insana
Não atrasará o retorno
Do cavalheiro que a coroa reclama
Nem mesmo nas terras frias
Ou no vau de penumbra
Tudo será conquistado
Das campinas até as tundras
Os antigos que não sentem o tempo
Estes escreverão tua história
Na grande batalha da alvorada
Onde a condenação dos homens habita
Mesmo com sangue derramado
Não há nenhum sinal de derrota
A coroa que antes ameaçava
Com terror e ódio crescente
É agora copa fundida em ferro
Tomada de ferrugem decadente
Quando tudo terminar
Verei o mar à minha frente
Imensidão de vidro prateado
Sete selos nos escudos
Que a glória dos sete senhores
Se espalhe aos quatro cantos
E os olhos da torre cinza
Que nunca dormem e nem se cobrem
Vislumbrarão com orgulho
Os belos palácios dos homens
Aqueles que cedo despertaram
E o sono eterno dormem
A sombra crescente que ameaça
Com sua violência insana
Não atrasará o retorno
Do cavalheiro que a coroa reclama
Nem mesmo nas terras frias
Ou no vau de penumbra
Tudo será conquistado
Das campinas até as tundras
Os antigos que não sentem o tempo
Estes escreverão tua história
Na grande batalha da alvorada
Onde a condenação dos homens habita
Mesmo com sangue derramado
Não há nenhum sinal de derrota
A coroa que antes ameaçava
Com terror e ódio crescente
É agora copa fundida em ferro
Tomada de ferrugem decadente
Quando tudo terminar
Verei o mar à minha frente
Imensidão de vidro prateado



